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Após denúncia de compra de votos, grupo fará adesivagem pelo impeachment da prefeita Adriane

por Redacao
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O primeiro movimento está previsto para este sábado, a partir das 9h, no Centro – foto: Reprodução

Após o parecer do Ministério Público Eleitoral a favor da cassação do mandato da prefeita Adriane Lopes e da vice-prefeita, Camilla Nascimento de Oliveira, ambos do PP, por compra de votos, grupos começam a se mobilizar para pedir o impeachment da progressista. O primeiro movimento está previsto para este sábado, a partir das 9h, no Centro.

O escândalo da compra de votos surgiu no pior momento da gestão de Adriane. De acordo com o Instituto Ranking Brasil Inteligência, 55% dos eleitores avaliam a atual gestão como ruim ou péssima, enquanto apenas 24% a avaliam como ótima ou boa. No geral, 70% reprovam a atual gestão da Capital.

A situação se agravou com os buracos nas ruas e avenidas, que se proliferaram com a suspensão da operação tapa-buracos e as chuvas de verão. O colapso da Santa Casa complicou ainda mais, principalmente, porque a prefeita se nega a pagar R$ 46,3 milhões para o hospital.

O pedido de cassação foi feito pelo PDT e Democracia Cristã. Em primeira instância, o juiz Ariovaldo Nantes Corrêa, da 036ª Zona Eleitoral, julgou o pedido improcedente. Os partidos recorreram ao Tribunal Regional Eleitoral e a denúncia por compra de votos teve parecer favorável do procurador regional eleitoral, Luiz Gustavo Mantovani.

Agora, nas redes sociais, grupos se mobilizam pelo movimento “Fora Adriane” e “Impeachment Já”. A expectativa é adesivar mais de mil veículos amanhã, no cruzamento da Rua 14 de Julho com a Avenida Afonso Pena.

“Vamos mostrar para os desembargadores e para todos que a população está indignada com essa situação”, diz o jovem na mensagem.

A oposição a prefeita só reproduz o movimento de aliados, como o deputado federal Dr. Luiz Ovando (PP), que usa as redes sociais para defender o impeachment do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Só que desta vez o veneno virou contra a aliada do parlamentar.

Alias, até o momento, Dr. Ovando não se manifestou sobre a situação de Campo Grande. Fonte: ojacaré

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